E essa crua verdade
É um bem contraditório.
Sentirás saudade
Do terno involtório
Da pueril vaidade
Indiscutivel fato simplório.
Varre longe os primórdios da idade
Enrugando um futuro inglório.
Postado por Moünna às 19:41 0 comentários
Postado por Moünna às 15:40 0 comentários

Postado por Moünna às 21:09 1 comentários
Eu não quero ouvir suas lágrimas
Mas eu preciso sentir suas palavras
Preciso ver o seu medo
E beber a dor na sua voz
Eu não posso mais mudar as suas escolhas
Minha devoção é obsoleta para você
Eu não posso mais sorrir
Eu não posso sonhar como antes
O sonho está terminando e destruido
Minha mente não compreende a verdade
Para você eu sou apenas um alguém que se quebrou
Para mim você era como asas
Eu estarei aqui no final
Neste lugar, onde você perdeu a si mesmo
Para mostrar a você o que eu fiz.
Eu não te salvei.
Minha alma é livre na chuva escura
Eu estou envenenando as flores com o meu sangue
Dispersando em torno de você minha dor
Levando comigo a tua alma.
Postado por Moünna às 15:38 1 comentários
Distante a face no trêmulo cair da noite
Vagando em busca do bando perdido
O silêncio e a escuridão presentes na noite
Tomam de conta o tempo perdido
Disparo ao sabor do vento frio
A frieza que torna a dor mais profunda
No encalço da relva e o correr macio
Fluem na mente as visões que o tempo saúda
Dilacerando nas garras o sabor do medo
Percorro insistente contra o bater do vento
Num mar de agústia que nem o tempo acalma
As dores fluem atravessando a alma
Sentindo o triste sabor da solidão noturna
Encontro o sentido de toda a minha procura
Um elo perdido entre tempo e mente
Que não chegarão a saber quanta dor se sente
No mais profundo raiar de dor
O tempo flui e tira o sabor da cor
Tudo então se torna abstrato
No mundo de emoções que agora trato.
Postado por Moünna às 22:55 4 comentários