quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Leveza...
Postado por Moünna às 06:57 0 comentários
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Que dia...
O pior, acordar para mais um domingo solitário.
Sim, eu sei, minha familia está aqui.
Isso é bom, mas hoje, excepcionalmente não é tudo.
Hoje eu planejava um dia diferente, esperava um pouco de nuvens, um passeio rápido ao centro deserto da cidade, tirar algumas fotos naquelas construções antigas, tomar sorvete lá no tio do sorvete, andar um pouco mais, pensar, relaxar, refletir.
Talvez eu devesse ir a Igreja a noite.
Eu iria, se não tivesse bebido.
No fim, passei o dia diante do computador.
Fazendo um trabalho maçante, estressante, que por sinal não é pra mim.
Tento organizar o trabalho do meu pai enquanto ele descansa de mais uma semana de trabalho enchendo a cara.
Pra variar.
Essa noite eu sonhei com muitas coisas estranhas, primeiro eu fugia de alguma coisa estranha.
Lembro que meu priminho estava comigo, e ele estava assustado.
Ahh, tinha algo como um filme também... mas ai é outro sonho.
Tenho dormido mais conforme o tédio aumenta.
Eu devia hibernar até julho.
E no final, talvez isso aconteça, não esquecendo que esse é só o começo.
Postado por Moünna às 15:22 0 comentários
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Esperar pra viver...
...pra morrer e por uma absolvição que nunca viria. (Titanic)
É com esta frase que eu inicio o desabafo de hoje.
Talvez poucas coisas em filmes tenham me chamado tanta atenção como esta frase, dita no final do Titanic, pela Rose de 100 anos.
Não tão dramáticamente, mas sim, com um pouco de dor, eu estou esperando para viver.
Espero pelo passar dos dias com uma certa aflição, com angustia, com gana.
Espero que a minha vez chegue logo, que essa espera acabe o mais depressa possivel.
Ninguém gosta de esperar.
Eu muito menos, principamete neste caso.
Quando chegar a hora de fazer minha faculdade, de ir embora pra Bolis, de arrumar minha vida, eu vou sentir que comecei a viver.
Mas o tempo não passa rápido como deveria.
Ele se arrasta, se prolooooooooonga, até que seja inevitável.
Comigo sempre foi assim.
Postado por Moünna às 17:41 1 comentários
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Lápis sobre papel
Postado por Moünna às 17:56 1 comentários
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Cor, Ausência de Cor, Furta Cor.
Eu tenho minhas cores.
De alguma forma, tento deixar que elas transpareçam meu humor.
Num dia de festa, elas aparecem.
Meus dias de rotina são monocromáticos.
Talvez as cores digam mais ao nosso respeito do que nós imaginamos.
Se você pensar como um pintor, diria que elas são fundamentais.
Se não, diria que sim, elas são bem importantes.
Se você nasceu daltônico... bem, paciência.
Eu me alegro com as cores que tenho, mesmo o amarelo pálido da minha pele, ou o castanho roto do meu cabelo, ou o preto indeciso dos meus olhos.
Eu não sei se viveria sem cores.
Não sei como faria com meus desenhos, mesmo que eles sejam à lápis, rabiscados, são recriações das cores que vejo.
Em cada cor há uma beleza.
Um significado.
Uma magia.
Em cada mistura... uma sinfonia.
Postado por Moünna às 08:48 1 comentários


